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Além da meditação, outra prática que pode auxiliar a diminuir o estresse e manter a saúde da mente e do corpo é o ioga. A atividade consiste em um conjunto de exercícios que ajudam o indivíduo a melhorar o entendimento sobre o próprio corpo e a responder melhor aos desafios do dia a dia. A técnica, originária da Índia, tem mais de cinco mil anos e, no Brasil, passou por um crescimento devido à pandemia de covid-19.

De acordo com a professora de ioga Mariana Ventureli, a demanda aumentou, principalmente, por aulas on-line ou transmitidas ao vivo. Ela é instrutora na escola Unmaní, no Guará 2 e, desde que as aulas coletivas foram proibidas no DF, apostou nas aulas gravadas para alcançar os alunos. “Temos sessões no site, no nosso canal no YouTube e por meio de reuniões on-line e ao vivo. Essa disponibilidade e o estresse que as pessoas estão desenvolvendo por conta da pandemia foram determinantes para o aumento da procura pelo ioga”, diz. Além disso, ela considera que as plataformas on-line estimulam os alunos a praticarem mais vezes ao dia.

É o caso de Cintia Lorania Neves, 30, analista de recursos humanos. Ela conhecia e tinha interesse pela prática, mas apenas este ano começou a treinar. Devido à pandemia, ela começou a frequentar as aulas on-line e acompanhar os exercícios postados no site da escola. A moradora de Taguatinga Sul conta que os resultados são perceptíveis. “Estou praticando bastante durante a pandemia. Cheguei a fazer uma sessão pela manhã e outra pela noite e isso ajuda demais a lidar com o cenário de incertezas pelo qual estamos passando”, explica. Para ela, o ioga funciona como uma fuga. “Fico mais leve, mais disposta e calma. Indico para todos os meus amigos, pois é uma experiência única”, afirma.

Mariana ressalta que qualquer pessoa pode praticar o ioga. Segundo ela, não há corpo ou condição física ideal, o único pré-requisito é força de vontade. “Dou aulas para gestantes, pessoas das mais diversas idades, homens e mulheres. O ioga é aberto, quem quiser, faz”, afirma. Porém, ela destaca que, quando os treinos não são acompanhados por profissionais há o risco de lesões. “O professor vai auxiliar o aluno e corrigir as posturas, além de avaliar as melhores para o seu corpo, seus objetivos e mente. É preciso ter cautela com as aulas a distância”, considera.

Assim como os grupos de meditação e professores de ioga que aderiram ao formato de lives para alcançarem os adeptos do exercício durante a pandemia, a embaixada da Índia em Brasília começou a realizar transmissões da prática. Diariamente, diversos professores são convidados para dirigirem a dinâmica que dura de 40 minutos a uma hora. As transmissões são realizadas pelo Facebook do órgão e ficam gravadas após o término de cada aula.

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